domingo, 7 de agosto de 2011

Na hora da raiva...


Na hora da raiva: sempre achamos que quem tem mais razão somos nós, queremos esganar, matar, gritar, esfolar. Falamos o que queremos, e na hora que queremos não respeitamos as outras pessoas, somos juízes da verdade e os outros, somente eles, são os réus. Nosso corpo ferve, nosso sangue esquenta, ficamos furiosos, perturbados. E qual de nós tem a audácia de dizer que nunca sentiu uma dessas coisas? O negócio é tão sério, que os presídios, hospitais, hospícios e cemitérios no Brasil inteiro estão cheios de pessoas que agiram, ou foram atingidos... Na hora da raiva.
Depois que a raiva passa: Geralmente nos arrependemos de tudo o que fizemos ou pensamos. Bate em nós um remorso bem maior do que a raiva que sentíamos do outro. É impressionante como mudamos de pensamento, de atitudes, de opinião. Geralmente pronunciamos frases como "Se arrependimento matasse, estaria morto", "Que besteira eu fiz", "não era pra eu ter falado aquilo tudo", "Se eu pensasse mais um pouco..." e muitas outras. Entendemos que não somos os donos da verdade, que temos muitas falhas como qualquer mortal. Tudo isso só vem à tona.
O que que eu faço?
Só há dois caminhos a seguir: (1) o da indiferença e (2) o da reconciliação. E o caminho mais difícil de seguir é este último. Poucos querem "dar o braço a torcer", e tentar reparar os erros cometidos. Mas é nessa hora que temos que ter a humildade de admitir nossos erros, e saber pedir desculpas. Claro que, pra muitos isso é difícil, porque algumas vezes podemos até está certo em determinado ponto. Mas o que não dá, e deixar de falar com alguém por causa de coisas estúpidas. Não dá pra perder nosso tempo alimentando um sentimento que nos fere. Pense nisso.



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