
Escrevo, mas por ser uma forma de me descrever. Descrever essa minha vontade por conhecer lugares, personalidades, pessoas, estilos… Tudo novo. E isso me dá leveza. Acabo desabafando, sem querer, sentimentos de pessoas que tem medo de desabafar. Essa minha vontade por olhar além e talvez, quem sabe, experimentar o que certos caminhos têm a me oferecer. Conhecer novos sentimentos, novas dores e cada dia, encher ainda mais meu mundo com parágrafos, letras e frases.
sábado, 26 de novembro de 2011
Pode ser um romance longo escrito em poucas linhas, com palavras fáceis e diálogos curtos. Não precisa ser perfeito, pode ser assim todo complicado como só a gente consegue viver. Não precisamos nos amar o tempo todo, brigas serão aceitas vez ou outra como forma de dormirmos vivendo a saudade do dia seguinte. Não te quero o tempo todo, só quero tempo suficiente para matar essa interminável vontade de você. E podemos gritar ou simplesmente permanecer nesse silêncio vago. Como eu disse, não quero amor de cinema, não preciso de príncipes encantados. Só peço que a história seja nossa, escrita do jeito torto, repleta pelo amor confuso e orgulhoso que só nós dois conseguimos sentir. E na capa do livro, nossos nomes escritos juntos, sem espaço pra inveja e tão pouco para mentiras.

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