
Escrevo, mas por ser uma forma de me descrever. Descrever essa minha vontade por conhecer lugares, personalidades, pessoas, estilos… Tudo novo. E isso me dá leveza. Acabo desabafando, sem querer, sentimentos de pessoas que tem medo de desabafar. Essa minha vontade por olhar além e talvez, quem sabe, experimentar o que certos caminhos têm a me oferecer. Conhecer novos sentimentos, novas dores e cada dia, encher ainda mais meu mundo com parágrafos, letras e frases.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Gosto de pensar assim: Se a gente faz o que manda o coração, lá na frente, tudo se explica. Por isso, faço a minha sorte. Sou fiel ao que sinto. Aceito feliz quem eu sou. Não acho graça em quem não acha graça. Acho chato quem não se contradiz. Ás vezes desejo mal. Sou humana. Sou quase normal... Não ligo se gostarem de mim em partes. Mas desejo que eu me aceite por inteira. Não sou perfeita, não sou previsível. Sou uma louca. Admiro grandes qualidades. Mas gosto mesmo dos pequenos defeitos. São eles que nos fazem grande. Que nos fazem fortes. Que nos fazem acordar. Acho bonito quem tem orgulho de ser gente. Porque não é nada fácil, eu sei. Mas, como menina teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Porque aprendi que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burra mas sempre tentando acertar os passos. Por isso continuo princesa. Continuo guerreira. Continuo na lua. Continuo na luta. No meio do caos que anda o mundo, aceitar é ser feliz!

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