
Escrevo, mas por ser uma forma de me descrever. Descrever essa minha vontade por conhecer lugares, personalidades, pessoas, estilos… Tudo novo. E isso me dá leveza. Acabo desabafando, sem querer, sentimentos de pessoas que tem medo de desabafar. Essa minha vontade por olhar além e talvez, quem sabe, experimentar o que certos caminhos têm a me oferecer. Conhecer novos sentimentos, novas dores e cada dia, encher ainda mais meu mundo com parágrafos, letras e frases.
sábado, 26 de novembro de 2011
Poucas palavras não seriam o suficiente para explicar aquela relação. Confusa talvez, não sei. Eles eram complicados, viviam com o peito estufado de orgulho. Mal sabiam reconhecer seus próprios erros quanto mais pedir desculpas por eles. Para cada dia de paz, alguns a mais de guerra. Assim foi por algum tempo, juras de amor e promessas ódio, saudade e vontade de distância. Repetidas vezes disseram que eram capazes de viver em companhia da solidão. E no quarto antes de dormir,olhavam pela janela e delicadamente pediam as estrelas que cuidassem um do outro. Acordavam desejando presença e mal se ligavam para confessar isso. Se amavam, mas não engoliram o orgulho e se sufocaram até não haver mais forças. Até serem obrigados a assumir que eram per(feitos) um para o outro.

Pode ser um romance longo escrito em poucas linhas, com palavras fáceis e diálogos curtos. Não precisa ser perfeito, pode ser assim todo complicado como só a gente consegue viver. Não precisamos nos amar o tempo todo, brigas serão aceitas vez ou outra como forma de dormirmos vivendo a saudade do dia seguinte. Não te quero o tempo todo, só quero tempo suficiente para matar essa interminável vontade de você. E podemos gritar ou simplesmente permanecer nesse silêncio vago. Como eu disse, não quero amor de cinema, não preciso de príncipes encantados. Só peço que a história seja nossa, escrita do jeito torto, repleta pelo amor confuso e orgulhoso que só nós dois conseguimos sentir. E na capa do livro, nossos nomes escritos juntos, sem espaço pra inveja e tão pouco para mentiras.

É fechada demais para o resto do mundo. Não permite que qualquer informação sobre si mesma seja divulgada. Quase como um problema de matemática, daqueles sem fórmula para resolução, ela é complicada. Chega a ser julgada como egoísta, mas já aprendeu a levar certas coisas como elogio. Aos olhos de muitos, parece ser fria pelo esforço que faz para não demonstrar seus sentimentos, mas sabe-se que por trás desse escudo, existe a menina que sempre se importou com o que diziam e por muitas vezes preferiu se trancar no quarto para se esconder dos olhos alheios. Alguns acreditam que ela sofreu grandes desilusões relacionadas à vida, outros apenas acham que teve seu coração partido, mas a verdade é que para ela, essa é só uma forma de esconder-se do que muitos a sua volta se deixaram entregar. É apenas uma maneira de parecer forte o suficiente pra continuar encarando a realidade.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Preciso dormir um dia inteiro, falar o que penso, comer chocolate até não aguentar mais, receber um abraço apertado, viajar, conhecer gente nova, dançar a noite inteira, tirar férias dos meus defeitos e problemas, cantar alto, tirar fotos malucas, aprender a tocar violão, dirigir sem destino… Preciso de mudanças. Preciso de novidade, de VIDA!


Sabe o que acontece quando eu fico com raiva? Eu reprimo essa raiva, e sofro em silêncio. Sabe o que acontece com esse sofrimento? Ele se transforma em lágrimas de dor, e eu choro. E sabe o que acontece depois? Eu levanto, vou até o espelho, penteio meus cabelos, passo um pouco de maquiagem para disfarçar, e continuo em frente. Sem ninguém saber sobre o que eu passei.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Nós, meninas, garotas, mulheres, crianças do sexo femenino, sempre temos tendência a se iludir mais. Pensar que aquele ‘OI’ que aquele garoto deu, poderia ser igual a aquela parte, sabe? Daquele filme de amor lindo que nós todas não nos cansamos de ver e nos apaixonamos. É, nós temos tendência a exagerar. Temos tendência a achar que todos os meninos vão ser igual o daquele filme, o último que lançou sabe? Que a menina é doente e ele doa alguma parte do corpo para salvar a vida dela. Filme é filme. Uma história que já tem um fim. A nossa vida é uma consequência dos nossos atos, então não temos um fim, quer dizer, na verdade temos um, mas sempre fugimos disso.

terça-feira, 1 de novembro de 2011
Não vou ficar falando sobre a complexidade dos meus pensamentos, ou minhas dúvidas sobre qualquer sentimento do mundo. Vou te deixar com a melhor parte, porque eu sei que você merece. Guardo pra mim as crises de identidade e a vontade de sumir. Não vou dissertar sobre minhas fragilidades e minhas inseguranças. Talvez eu te diga algumas vezes sobre minha tristeza, mas só pra ganhar um pouquinho mais de carinho. Ofereço meu bom humor e minha paciência e você deve saber que esta não é uma oferta muito comum.


(Dedicado a Victor Augusto)
A vida continua mesmo longe de você...Por mais, falta que você me faça,tudo passa e isso também vai passar. Vai passar, porque já não é amor e sempre que for, pensar em você carinhosamente vou dizer: A Vida continua! Só nos resta então viver com mais, liberdade e alegria do que eu tinha quando estava com você.

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