
Escrevo, mas por ser uma forma de me descrever. Descrever essa minha vontade por conhecer lugares, personalidades, pessoas, estilos… Tudo novo. E isso me dá leveza. Acabo desabafando, sem querer, sentimentos de pessoas que tem medo de desabafar. Essa minha vontade por olhar além e talvez, quem sabe, experimentar o que certos caminhos têm a me oferecer. Conhecer novos sentimentos, novas dores e cada dia, encher ainda mais meu mundo com parágrafos, letras e frases.
sábado, 5 de novembro de 2011
Nós, meninas, garotas, mulheres, crianças do sexo femenino, sempre temos tendência a se iludir mais. Pensar que aquele ‘OI’ que aquele garoto deu, poderia ser igual a aquela parte, sabe? Daquele filme de amor lindo que nós todas não nos cansamos de ver e nos apaixonamos. É, nós temos tendência a exagerar. Temos tendência a achar que todos os meninos vão ser igual o daquele filme, o último que lançou sabe? Que a menina é doente e ele doa alguma parte do corpo para salvar a vida dela. Filme é filme. Uma história que já tem um fim. A nossa vida é uma consequência dos nossos atos, então não temos um fim, quer dizer, na verdade temos um, mas sempre fugimos disso.

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